terça-feira, 1 de julho de 2014

"Bacanal ou suruba eleitoral"

A eleição de 2014 vai ficar marcada na história, pela incoerência de alguns partidos e certos candidatos que vão oferece palanques para dois ou mais candidatos à presidência da república, como é o caso dos candidatos a governador Flávio Dino (PC do B-MA), Zé Filho (PMDB-PI), Geraldo Alckmin (PSDB) e Lindberg Farias (PT-RJ). Nos palanques dos dois primeiros subirão Dilma, Aécio e Eduardo. No do tucano Geraldo Alckmin subirá além de Aécio Neves, o candidato do PSB Eduardo Campos. No palanque de Lindberg Farias subirão Dilma Rousseff e Eduardo Campos.

Cada um desses candidatos tem a sua lógica para justificar esse “bacanal eleitoral”, uma frase cunhada pelo prefeito da cidade do Rio de Janeiro que explica essa "orgia eleitoral".

Os casos mais curiosos dessa confusão eleitoral ocorrem nos estados do Maranhão e Piauí, onde o comunista Flávio Dino e o peemedebista Zé Filho defenderão simultaneamente os presidenciáveis Dilma, Aécio e Eduardo.

Caso curioso é o que não falta nesta eleição, como por exemplo, o do candidato ao governo do estado de Goiás, Iris Resende, que oferecerá o seu palanque aos presidenciáveis Dilma e Aécio e terá como candidato ao Senado o deputado federal Ronaldo Caiado (DEM-GO).  

No estado do para, o candidato Helder Barbalho junta num mesmo palanque o PT, DEM e PC do B.

Esta eleição se caracteriza pela salada ideológica e pela confusão partidária.

Em Tempo:

Com a eleição de um desses presidenciáveis, como será tratado pelo novo presidente o governador eleito que optou por oferecer o seu palanque aos candidatos Dilma, Aécio e Eduardo simultaneamente? No mínino com desconfiança. 

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