quinta-feira, 3 de julho de 2014

Uma eleição sem renovação do espectro político

Uma eleição sem renovação do espectro político. Uma eleição sem alternativa para o eleitor piauiense que vai ter que votar num dos nomes mais bem colocados nas pesquisas, sem que isso represente uma mudança no quadro político piauiense, haja vista, Mão Santa, Wellington Dias e Zé Filho serem políticos com mais de três décadas na cena política piauiense e filiados a partidos políticos que surgiram com o advento da Nova República, nos idos anos 80.

Votar no novo na próxima eleição, seria votar num dos candidatos da esquerda radical, leia-se: PSTU, PSOL e PCO, mas, como os candidatos desses três partidos ainda não reúnem condições para vencer uma eleição majoritária, o eleitor piauiense vai optar pelo voto útil.

A eleição piauiense guarda alguma semelhança com a eleição nacional, porque, os três candidatos com chance de vitória são de partidos, cujos candidatos há décadas fazem política. Os petistas e tucanos tentam se revezar no poder.

No estado do Piauí, como a eleição majoritária é decidida pelos grotões e o Piauí profundo, a chance de que Wellington Dias que é o candidato que representa os programas sociais venha se eleger é infinitamente superior. No município de São Raimundo Nonato, por exemplo, a última pesquisa realizada aponta o candidato de Dilma Rousseff como franco favorito.

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