terça-feira, 10 de março de 2015

A loucura pelo poder embota a razão

A luta pela perpetuação no poder está na raiz de todos os males do Brasil e dos países, cujos dirigentes se inclinam pela permanência no poder em definitivo. Foi assim na Coréia do Norte, na Venezuela, na Argentina e no Brasil. Não é à toa que o Partido dos Trabalhadores (PT)  já está no seu terceiro mandato e não dá sinais de que deseja deixar o poder espontaneamente. 

A distribuição de renda feita pelos governos brasileiros desde os governos FHC, com a criação do programa Bolsa Escola e outros programas sociais é feita com o firme propósito de praticar o clientelismo, assistencialismo e paternalismo, o que praticamente garante seguidas eleições do partido que se apropriou do poder. E o partido que se encontra no poder só é defenestrado do poder por fadiga de material e cansaço do povo, ou seja, pelo desgaste e o automático desejo de mudança que toma corpo no país.

O PSDB só não ganhou a eleição presidencial, porque o desemprego estava em baixa, os programas sociais ainda faziam e fazem a diferença nas regiões mais pobres do país e em última análise, porque o candidato Aécio Neves não conseguiu montar um discurso de mudança, um desejo que estava bastante latente naquele momento na sociedade brasileira.

Os governos petistas ao aparelharem o estado e ao permitirem que a corrupção fosse institucionalizada no país, com o fito de realizar o audacioso projeto de poder do Partido dos Trabalhadores (PT) de governar o Brasil pelo espaço mínimo de 20 anos, como todos os governos com vocação ditatorial, não contavam com o desgaste que o poder exercido por vários mandatos provoca.  
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