terça-feira, 22 de novembro de 2016

O Brasil poderá eleger um outsider em 2018



Assim como os EUA elegeram Donald Trump, um outsider na política norte-americana, presidente da nação mais rica e poderosa do mundo, o Brasil poderá eleger um indivíduo estranho ao meio político brasileiro.

A eleição de Donald Trump em 2016, foi um ato de revolta contra a globalização, contra uma política econômica que acaba com os empregos locais e cria empregos nos países extremamente pobres, onde um trabalhador sobrevive apenas com um dólar norte-americano. Em países como a China e países do Sudeste da Asiático.  

A eleição de Jorge Dória, prefeito da cidade de São Paulo, embora esse empresário não seja um outsider na política, foi um ato de revolta contra os políticos profissionais e tradicionais. Jorge Dória foi eleito usando um discurso antipolítico e deu certo.

Como o povo brasileiro anda decepcionado com a sua classe política, Nizan Guanaes (foto), um dos publicitários mais bem sucedidos do Brasil, poderá usar da mesma estratégia de Trump e se eleger presidente do Brasil.

Qualquer partido brasileiro poderá lançar mão desse expediente para chegar ao poder, ainda mais se até 2018, Donald Trump não tiver decepcionado o estadunidense.    

O Brasil precisa romper urgentemente com uma classe política ultrapassada, porque retrógrada, atrasada e com os pés na senzala.
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