terça-feira, 27 de dezembro de 2016

2016, o ano que não vai acabar nunca



Faltando apenas cinco dias para o fim do ano de 2016, a sensação que todo brasileiro tem é que esse ano não vai acabar nunca, dado os desdobramentos das crises que paralisam este país.

A Operação Lava-Jato que está passando o Brasil a limpo se não for assassinada pelo Congresso Nacional, por asfixia, ainda vai provocar muitos solavancos na vida nacional. Solavancos que devem funcionar como freio de arrumação, numa cena política muito conturbada e imprevisível e que se nada for feito no sentido de impedir a queda deste país num abismo ainda mais profundo, ninguém sobrará para contar a história.

Os políticos brasileiros estão brincando de fazer política, enquanto o país caminha celeremente para um desastre iminente. Um desastre que só será evitado se alguma liderança sensata tiver a coragem de propor a criação de Pacto Social, capaz de harmonizar o país, de sufocar as crises política, econômica, moral, ética e institucional que estão paralisando o país.

Até para o brasileiro comum, o menos esclarecido, está bastante claro que esse governo que ai está, não lhe representa e que a nossas classes políticas dirigentes não merecem sua confiança.

O momento exige união nacional e a convocação de uma liderança de fora do mundo político, capaz de pacificar o país e devolver ao povo brasileiro esperança e confiança no seu destino. Essa convocação urge. O difícil mesmo é encontrar essa liderança.
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