segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Donal Trump não está totalmente errado



Quem pariu Mateus que balance” (é quando alguém não assume uma coisa, mas deveria assumir), diz um surrado ditado popular sobre a transferência de responsabilidades. É óbvio que os problemas dos refugiados me tocam profundamente, afinal de contas eu não sou desumano, mas, isso não significa que eu aceite com naturalidade o fato de que toda a nação tem a obrigação de aceitar pessoas que por qualquer motivo são obrigadas a deixarem os seus países de origem.

Os refugiados tentam resolver os seus problemas e acabam criando problemas para quem os recebe, sobretudo, num momento como este em que todo mundo convive problemas como falta emprego, de moradia, saneamento básico, assistência médica, saúde e creche de qualidade para os naturais do país - que se agrava ainda mais com o aumento da população, por pessoas com costumes e culturas diferentes.  

A Síria, por exemplo, a melhor ajuda que os países ricos deveriam prestar aos sírios é tirar do poder o partido Baath da família Al-Saad. Uma família que se transformou em dona desse país árabe.

Num futuro próximo, os países da Europa que receberam levas de imigrantes, pela incapacidade dos governos atenderem as demandas de populações que crescem muito por causa da imigração descontrolada vão sofrer bastante. É que os povos atrasados continuam tendo filhos como ratos, sem pensar nas consequências.

As autoridades mexicanas, por exemplo, além de incentivar os mexicanos a migrarem para os EUA ainda permitem o uso do seu país como rota de acesso a nação norte-americana.

Os atos terroristas que a França, Alemanha e a Turquia vêm sofrendo nos últimos anos é o reflexo do desajustamento de imigrantes aos países que os acolheram.

A Europa principalmente, toda vez que recebe (acolhe) imigrantes sem querer está estimulando novos imigrantes a buscarem refúgio nos países membros da comunidade europeia. Hoje a França parece muito mais um país africano do que um país, haja vista, a forte presença de africanos em solo francês.    
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