sábado, 6 de abril de 2013

Uma grande guerra convencional se faz necessária



O que a natureza antes fazia que era controlar o aumento da população, através das doenças, das epidemias e dos fenômenos naturais, com a evolução da ciência e da tecnologia, que permitiu a produção de medicamentos e as intervenções cirúrgicas, feitas pela medicina, que prolongam a vida e sobrevida à pessoa humana, a guerra substitui a natureza nesse aspecto.

Sem as guerras napoleônicas, as grandes guerras mundiais e outras pequenas guerras, a população mundial já teria dobrado; passando dos atuais sete bilhões de almas, para 16 bilhões. O que convenhamos, o planeta Terra não teria condições de abrigar e alimentar - um contingente populacional desse tamanho.

Parece até loucura defender a guerra como solução, para a explosão demográfica, mas numa análise fria e racional, chega-se facilmente a conclusão de que existe sensatez, no que aparentemente parece ser loucura.

Uma guerra convencional entre a Coréia do Norte e a Coréia do Sul, com a China se posicionando ao lado dos norte-coreanos e os EUA ao lado dos coreanos do sul, ajudaria a reduzir drasticamente a população, sobretudo, da China, que ao se transformar numa potência econômica, até por uma necessidade de espaço físico, um dia vai fazer uma guerra para conquistar países - onde ela possa transferir parte da sua superpopulação.

Uma guerra nuclear é perigosa, porque poderá produzir um holocausto nuclear, com acaba de lançar um alerta, o ex-líder de Cuba Fidel Castro, que com a crise dos mísseis em 1962, o mundo esteve à beira de uma grande tragédia. 

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