O que a natureza antes fazia que era
controlar o aumento da população, através das doenças, das epidemias e dos
fenômenos naturais, com a evolução da ciência e da tecnologia, que permitiu a
produção de medicamentos e as intervenções cirúrgicas, feitas pela medicina,
que prolongam a vida e sobrevida à pessoa humana, a guerra substitui a natureza
nesse aspecto.
Sem as guerras napoleônicas, as
grandes guerras mundiais e outras pequenas guerras, a população mundial já
teria dobrado; passando dos atuais sete bilhões de almas, para 16 bilhões. O
que convenhamos, o planeta Terra não teria condições de abrigar e alimentar -
um contingente populacional desse tamanho.
Parece até loucura defender a
guerra como solução, para a explosão demográfica, mas numa análise fria e
racional, chega-se facilmente a conclusão de que existe sensatez, no que
aparentemente parece ser loucura.
Uma guerra convencional entre a
Coréia do Norte e a Coréia do Sul, com a China se posicionando ao lado dos
norte-coreanos e os EUA ao lado dos coreanos do sul, ajudaria a reduzir
drasticamente a população, sobretudo, da China, que ao se transformar numa
potência econômica, até por uma necessidade de espaço físico, um dia vai fazer
uma guerra para conquistar países - onde ela possa transferir parte da sua
superpopulação.
Uma guerra nuclear é perigosa,
porque poderá produzir um holocausto nuclear, com acaba de lançar um alerta, o
ex-líder de Cuba Fidel Castro, que com a crise dos mísseis em 1962, o mundo
esteve à beira de uma grande tragédia.

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