quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Aécio critica medidas que ele teria sido obrigado a tomar

O senador Aécio Neves (PSDB-MG), derrotado na eleição para presidente da república pela candidata à reeleição Dilma Rousseff, voltou a criticar o governo federal sobre o que ele chamou de herança maldita; que foram os erros cometidos pelo primeiro governo da substituta de Luís Inácio Lula da Silva, que obrigou Dilma no seu segundo mandato a promover um ajuste fiscal que o próprio Aécio Neves seria obrigado a fazer, caso tivesse sido eleito e que acaba de ser anunciado pelo ministro da Fazenda Joaquim Levy. Esse aumento inclui a elevação do IOF para empréstimo de pessoa física de 1,5 para 3%, a volta do CIDE, que elevará o preço da gasolina em 7% e a incidência do PIS/COFINS sobre combustíveis.

Aécio nas suas criticas ao governo federal incluiu mais o apagão da indústria, o racionamento de energia e cortes de direitos trabalhistas, o que segundo esse mesmo senador mineiro já levou os trabalhadores das maiores montadoras do país a entrar em greve.  

O pacote de maldades que acaba de ser anunciado por Joaquim Levy é o mesmo que Aécio Neves teria adotado, caso tivesse sido eleito, isso porque ele teria herdado o que ele chama de herança maldita do governo de Dilma Rousseff.

Só com essas medidas será possível o Brasil evitar uma tragédia anunciada. Uma tragédia que começou a se desenhar com o fracasso da política econômica adotada pelo ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, numa tentativa desesperada para proteger o Brasil dos efeitos perversos da crise financeira internacional iniciada em 2008 e que até hoje castiga os países da zona do Euro. Guido Mantega fracassou querendo acertar.


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