sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Olhando em retrospectiva, por Joachim Arouche


Com o ano de 2015 vivendo os seus estertores, eu olho em retrospectiva e concluo que este ano que está morrendo não foi de todo ruim para nós os brasileiros, porque dele poderemos tirar e aprender grandes lições e este país poderá sair de todas essas crises que comprometem o seu futuro como nação, melhor, do ponto de vista moral e ético.

Em 2015, o Brasil chegou ao fundo poço empurrado por políticos inescrupulosos, antiéticos e imorais que transformaram este país numa Casa Grande de Tolerância, como se esta nação fosse uma extensão dos seus lares ou dos seus covis.

Mas, o juiz Sérgio Moro, seguindo o exemplo do ex-ministro do STF, Joaquim Barbosa resolveu passar este país a limpo, desafiando o establishment e um poder corrompido. Um poder que era azeitado por propinas negociadas entre políticos, empreiteiros, doleiros e altos executivos da Petrobras. O escândalo do Petrolão, assim como o do Mensalão deverá daqui pra frente, ter um efeito pedagógico. Assim espera uma nação ultrajada.

Toda crise tem um lado bom. Para o povo brasileiro as crises que fizeram com que o Brasil perdesse em dois anos, graus de investimentos e ganhos auferidos nos governos Lula e no primeiro governo Dilma Rousseff na área social, poderão ajudar este país a se reinventar e retomar o caminho do crescimento e do desenvolvimento, o seu verdadeiro destino.  
Nas próximas eleições, o povo brasileiro terá uma oportunidade impar: jogar na lata do lixo da história, os políticos mau caráter, bandidos, corruptos e safados.

Que o ano de 2016 seja o inicio da retomada do bem estar social e da moralização do Brasil. Oxalá!
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