segunda-feira, 16 de maio de 2016

Michel Temer: impopular e inconfiável

O anuncio do ministério do presidente provisório Michel Temer, destruiu o pouco que restava de confiabilidade na figura do vice-presidente da república e presidente do maior partido brasileiro, um partido que nunca demonstrou nenhum interesse em aprovar no Congresso Nacional, as reformas necessárias, urgentes e inadiáveis propostas pelos ex-ministros Joaquim Levy e Nelson Barbosa. Reformas que o novo ministro da Fazenda, Henrique Meireles, defende como prioridades absolutas.

O ministério provisório de Michel Temer, frustrou até as expectativas mais pessimistas, ao se revelar velho e uma tabua de salvação (salvo conduto) para políticos citados na Operação Lava Jato. É que ministro tem foro privilegiado.

Dos 23 ministros do presidente provisório Michel Temer, dois são investigados e sete citados pela Operação Lava-Jato. Os ministros do Turismo, Henrique Alves (PMDB), e da Casa Civil, Eliseu Padilha (PMDB), que deixaram o governo Dilma Rousseff, voltam a ter foro privilegiado, assim como Geddel Vieira Lima (PMDB), atual ministro-chefe da Secretaria de Governo.


A primeira entrevista concedida pelo presidente provisório Michel Temer, gerou o primeiro panelaço contra o substituto da ‘presidenta afastada’ Dilma Rousseff, o que demonstra que o Brasil esclarecido continua vigilante e muito atento aos movimentos de Temer e da sua turma.


O passado do PMDB de partido parasita de governos de plantão e o fisiologismo e pragmatismo desse partido, depõe contra um governo que introduziu no país a política do toma lá dá cá ou do é dando que se recebe. Como preconizava o ex-deputado federal Roberto Cardoso Alves. Um dos ideólogos do PMDB.

A propósito: as eleições do político Michel Temer no seu estado sempre foram inexpressivas. 
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