terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Cármen Lúcia: a estadista da Nova República




O Brasil é um país carente de estadistas. O último que nós tivemos, foi o pernambucano Joaquim Nabuco que se notabilizou durante o império pela sua luta incessante em defesa do fim da escravidão.

A presidenta do Superior Tribunal Federal (STF), a ministra Cármen Lúcia, com a sua postura intransigente a favor da Operação Lava Jato se apresenta ao país como uma estadista da Nova República, porque ela na presidência da Suprema Corte vem tomando decisões necessárias e inadiáveis - num momento crucial da nossa história, quando a democracia brasileira precisa ser fortalecida e amadurecida.  

A morte do ministro do STF, Teori Zavascki que muitos julgavam ser também à morte da Operação Lava Jato, após as decisões da presidenta em determinar que os juízes auxiliares que trabalhavam com esse ex-ministro retomassem seus trabalhos e a homologação das 77 delações de executivos e ex-executivos da Odebrecht, apontam na direção de mudanças profundas e significativas na vida nacional, a partir do STF.

Esperamos que o STF sob a presidência da ministra Cármen Lúcia acabe com o fim do foro privilegiado, da prisão especial e determine que réu não possa assumir cargos públicos. O Brasil espera e confia em Cármen Lúcia.
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